PT | ES

Preço do crude e alterações climáticas revolucionam paradigma energético - Hemera – Soluções de Energias Renováveis, Microprodução e Eficiência Energética

Preço do crude e alterações climáticas revolucionam paradigma energético

29/10/2008

Istock_000005387668medium

A hora das energias renováveis.



Nunca na história da industrialização ocidental, a energia foi tão cara. Nunca, como hoje, tanta energia foi necessária para o desenvolvimento económico global. Nunca como agora foi tão urgente deixar de queimar combustíveis fósseis.



O petróleo é a principal fonte de energia do mundo. Junto com o gás natural, um subproduto da indústria do petróleo, ele alimenta mais de 60% das necessidades energéticas das economias industriais. Na Europa, metade do consumo de energia provém de combustíveis fósseis importados. E a manterem-se as tendências actuais, em 2030, cerca de de dois terços do nosso consumo de energia será satisfeito por combustíveis vindos de fora da Europa. Não há como negar: no que toca à energia, o mundo ocidental está nas mãos de países como a Venezuela, Rússia e, em especial, os do Golfo Pérsico.



Os combustíveis fósseis, usados tanto na produção de energia como nos transportes, são os principais responsáveis pela emissão dos Gases Com Efeito de Estufa (GEE), que estão na base das alterações climáticas.

Segundo o relatório Stern, divulgado pelo governo britânico, os custos em agir já e apostar nas energias renováveis e na eficiência energética serão muito menores que os custos a suportar com o impacto do aquecimento global nas economias de todo o mundo, se nada se fizer até lá.



A recente subida exponencial do preço do crude, que abalou as bolsas durante semanas, é mais um argumento em favor das energias renováveis, já que estão longes os tempos em que o petróleo era barato, abundante e mais acessível.



Com as metas de Quioto, as determinações das Nações Unidas e os Programas da União Europeia, o paradigma energético mundial está definitivamente alterado. Agora é a hora das energias renováveis.



O comissário europeu da energia, Andris Piebalgs, acredita que todos os investimentos que têm sido feitos em prol destas energias irão "promover melhor nível de vida, estimular o crescimento económico, criar trabalho e fortalecer a competitividade da industria europeia no mundo."



No mundo empresarial, os resultados já estão demonstrados com grandes empresas a fazerem avultados investimentos na ecoeficiência e na diversificação das suas fontes de energia com resultados notórios a nível da poupança nos custos.

Aquecimento global altera modelo económico vigente

17/10/2008

Istock_000002408989medium

Desenvolvimento sustentável é a única solução

Desenvolvimento sustentável é a única solução.



Não há acontecimento igual na história da humanidade. Bastaram uns meros cinquenta anos para que uma sociedade inteira se transformasse e desenvolvesse de forma radical. No tempo de apenas uma geração, o "impossível" aconteceu. O homem foi à lua, criou a televisão, massificou os aviões, inventou o computador, inventou o "mercado mundial". Em resumo, tornou o Mundo global a uma velocidade surpreendente.



Mas uma pequena descoberta, em 1985, mostrou que nem tudo estava bem. Cientistas britânicos descobriram na Antártida que havia na atmosfera uma falta de ozono, o célebre buraco do ozono. As implicações do fenómeno cedo foram descobertas: a camada que protege a Terra das radiações solares estava a diminuir devido à actividade do Homem.



O espectro do aquecimento global do Planeta foi anunciado e a comunidade internacional começou a movimentar-se para preservar o seu modo de vida tal como o conhecemos e, no pior cenário, a própria sobrevivência da espécie humana.



É então que surge o conceito de desenvolvimento sustentável. Um crescimento económico em todos os países que satisfaça as necessidades das gerações actuais mas que não comprometa a satisfação das necessidades das gerações futuras. Na prática, as sociedades devem criar valor com menor utilização de recursos naturais ou com uma utilização sustentável destes mesmo recursos.



A aposta política neste conceito teve alguns momentos chave. Em 1987, a publicação do Relatório Brundtland "O nosso futuro comum", da Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, mostrou claramente que o actual desenvolvimento económico era incompatível com o equilíbrio ambiental e com o futuro.

Em 1992, a Cimeira do Rio fez chegar à opinião pública mundial o alerta e a necessidade de se enveredar por um desenvolvimento sustentável e alterar o ciclo vigente.

Volvidos 20 anos, os países desenvolvidos, em cooperação com os Estados em desenvolvimento, estão comprometados com transformações que permitam reduzir as emissões de CO2 para a atmosfera, criando, ao mesmo, valor sustentável.



As energias renováveis estão - e vão continuar - a conquistar espaço, a investigação tecnológica empenha-se em descobrir novas soluções, protegem-se recursos em perigo, compensa-se a poluição com a plantação de árvores. Muito mais se faz é certo, mas também, alertam economistas, ambientalistas, cientistas, políticos de todo o mundo, o esforço tem de ser ainda maior porque as consequências já se começam a fazer sentir.

Climatização Renovável

29/10/2008

Foto_2_artigo_enercome

No local de interesse turístico de El Torcal de Antequera, encontramos uma paisagem cárstica única, famosa pelas suas formas caprichosas que os diversos agentes erosivos foram modelando nas suas rochas calcárias. É neste ambiente peculiar que o arquitecto Carlos Hernández Pezzi realizou o projecto do novo Centro de Interpretação de El Torcal de Antequera.

No local de interesse turístico de El Torcal de Antequera, encontramos uma paisagem cárstica única, famosa pelas suas formas caprichosas que os diversos agentes erosivos foram modelando nas suas rochas calcárias. É neste ambiente peculiar que o arquitecto Carlos Hernández Pezzi realizou o projecto do novo Centro de Interpretação de El Torcal de Antequera.



O projecto, encomendado pela Junta de Andaluzia substitui o antigo edifício que com o passar tempo havia ficado obsoleto e sem capacidade para acolher um número crescente de visitantes. Tendo em mente um edifício contemporâneo, eficiente e sustentável, o arquitecto desenhou dois volumes que funcionam de forma independente: o Centro de Visitantes propriamente dito e um Observatório Astronómico instalado junto ao primeiro.



O edifício destaca-se pela poupança energética e pelo recurso a energias renováveis, características que foram conseguidas graças à instalação de um sistema pioneiro de climatização por energias renováveis.



O desenho do sistema de climatização foi realizado com base no respeito da paisagem e procurando a sua integração de forma que este surja como um elemento adicional do ambiente circundante. Além disso, procurou-se o máximo conforto, mesmo nas condições mais extremas do lugar. Assim, o edifício conserva a cor acinzentada da rocha calcária de El Torcal, tendo sido aproveitada a própria cobertura do edifício para servir de elemento de captação de calor por queda directa de água.



O sistema de climatização é essencialmente constituído por uma cobertura solar, um pavimento radiante e ventilação por deslocação. Todos estes elementos substituem os sistemas tradicionais de ar condicionado, o sistema de produção de água sanitária canalizada as ventoinhas do sistema de ventilação e as clarabóias com protecção solar, tanto nas grandes como nas pequenas instalações. O sistema proporciona ao edifício calor no Inverno e frio no Verão, bem como água quente sanitária todo o ano, ao captar a energia solar, térmica e eólica que incide sobre a cobertura solar.



 

Além disso, permite reduzir 75% da emissão de CO2 para a atmosfera e contribui para a eliminação da poluição acústica aérea. Elimina ainda o risco de infecção por legionella e os onerosos processos de limpeza e verificação associados aos dispositivos que permitem a proliferação de colónias bacterianas.



A todas estas vantagens ambientais, há que acrescentar a sua eficácia, bem como as grandes oportunidades de integração estética dos edifícios, dado que a sua instalação é efectuada na cobertura.

 



O sistema é amortizado num prazo de 2-4 anos e o custo da instalação da climatização por energias renováveis é inferior ao custo da climatização por ar condicionado convencional, mais a instalação eléctrica necessária em função da superfície a climatizar. É um  projecto inovador, instalado e integrado de forma eficiente e ecológica a todos os níveis. 

 

O funcionamento do sistema

 

O funcionamento do sistema de climatização, como já referimos, baseia-se numa cobertura solar de desenho próprio que utiliza energias renováveis como o sol, o ar e a água da chuva, para produzir calor no Inverno e frio no Verão. Além disso, o conforto é assegurado graças à distribuição uniforme da temperatura, proporcionada pelo pavimento radiante aliado à técnica inovadora de ventilação por deslocação. A par da cobertura solar, estas técnicas de consumo eléctrico nulo, juntamente com a utilização dos aparelhos frigoríficos mais eficientes do mercado, garantem o máximo nível de conforto com o mínimo consumo eléctrico.



Foi ainda instalada, na própria cobertura do edifício, uma rede hidráulica que absorve (e verte água) a energia proveniente do sol no Inverno acumulando-a num reservatório para a sua utilização em situações em que seja insuficiente a radiação solar. Esta energia captada e armazenada é transferida para o interior graças a um aparelho frigorífico água-água (COP>5) e é distribuída por todo o edifício graças ao pavimento radiante.



No Verão, a cobertura solar consegue dissipar, por evaporação adiabática, a energia calorífica do interior do edifício.



O sistema possui ainda a capacidade de garantir a produção necessária de água quente sanitária para abastecer todo o edifício.



Essencialmente, a climatização dos diversos locais do Centro de Visitantes de El Torcal, é assegurada: 


  • Pela instalação do pavimento radiante para aquecimento e refrigeração

  • Pela instalação de um sistema de ventilação por deslocação


A produção de energia térmica ou frigorífica é assegurada pela instalação de:


  • Uma bomba de calor água-água

  • Uma bomba de calor ar-água

  • Um telhado para a captação da energia solar

  • Uma cobertura solar especial




Vantagens arquitectónicas do sistema


  •   Fácil de integrar e ocultar.

  •   Carga distribuída sobre a cobertura do edifício.

  •   Possibilidade de instalação como cobertura estrutural.

  •   Possibilidade de proporcionar iluminação natural central, com o valor acrescentado estético e relaxante da passagem da água sobre as clarabóias.

  •   Possibilidade de acoplamento ao sistema de ventilação do edifício para a sua potenciação e para a recuperação de energia.

  •   Desenho intrinsecamente seguro: não provoca incêndios, explosões ou intoxicações.

  •   Maior qualidade de vida para os ocupantes e edifícios anexos (ausência de ruídos e vibrações).

  •   Em caso de incêndio, constitui uma melhor barreira, nos vigamentos, contra a passagem do fogo, e o fumo não se propaga de um local para outro.

Instalação em Lisboa

29/10/2008

Micropro_casestudy1

A Hemera instalou outro sistema de Microprodução para produção e venda de energia à rede. No caso de uma moradia, a lei obriga à instalação de um mínimo de 2 m2 de colectores solares térmicos, para poder vender energia beneficiando de uma tarifa bonificada.



Tipo de Solução:
Sistema Fotovoltaico para produção de electricidade e Solução Solar Térmica para aquecimento de água



Localização:
Oeiras



Ano de instalação:
2008



Características Técnicas



  • Superfície de colectores fotovoltaicos: 30 m2

  • Superfície de colectores solar térmicos: 6 m2

  • Energia gerada sistema fotovoltaico (ano): 5.689 kWh

  • Energia gerada sistema solar térmico(ano): 2.779 kWh

  • Média mensal de energia vendida: 291 €

  • Número de depósitos AQS: 1

  • Volume de acumulação dos depósitos: 300L

  • Poupança de emissões de CO2 (ano): 2.000 Kg

Instalação no Algarve

29/10/2008

Microprod_casestudy2_1

Instalámos mais um sistema de Microprodução para venda de energia à rede, situado no Algarve. A Hemera trabalha a nível ibérico, dimensionando os sistemas conforme as localizações e necessidades de cada cliente.



Tipo de Solução:
Sistema Fotovoltaico para produção de electricidade e Solução Solar Térmica para aquecimento de água



Localização:
Algarve



Ano de instalação:
2008



Características Técnicas


  • Superfície de colectores fotovoltaicos: 30 m2, instalação térrea

  • Superfície de colectores solar térmicos: 4 m2

  • Energia gerada sistema fotovoltaico (ano): 5.689 kWh

  • Energia gerada sistema solar térmico(ano): 2.779 kWh

  • Média mensal de energia vendida: 291 €

  • Número de depósitos AQS: 1

  • Volume de acumulação dos depósitos: 300L

  • Poupança de emissões de CO2 (ano): 2.000 Kg

Energia solar dá dinheiro

20/11/2008

Istock_000006489381medium

Ambiente: EDP paga 65 cêntimos por quilowatt a produtores

A energia solar é um negócio rentável. Nas contas de Francisco Ferreira, vice-presidente da associação ambientalista Quercus, os vinte mil euros que investiu na compra de equipamento estarão pagos em oito anos.

Francisco Ferreira é um dos primeiros microprodutores que desde Abril se inscreveram para a produção de electricidade a partir da luz do Sol. Nos primeiros cinco anos, a venda de electricidade à EDP é paga a 65 cêntimos o quilowatt, enquanto o preço de compra do consumidor é de 11 cêntimos.

"Comecei a produzir em Agosto, em dois meses obtive um total de mil quilowatts, o que significa um rendimento de 650 euros", disse o professor do departamento de Engenharia e Ciências do Ambiente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
O dirigente da Quercus explicou que, após a inscrição através do endereço electrónico Renováveis na Hora, pagou um registo de 280 euros. Graças a um empréstimo no banco a um juro bonificado de 5% adquiriu os módulos fotovoltaicos e o inversor de injecção na rede. Realizada a inspecção, foi instalada na habitação um segundo contador, para tarifar a venda de electricidade.

Francisco Ferreira explicou que a autorização foi dada após verificado que no posto de baixa tensão que abastece a sua casa os microprodutores não representam 25% da electricidade consumida.
Agora, Francisco Ferreira recebe todos os meses uma factura detalhada em que "a uma média de 325 euros de energia vendida à EDP é retirado o valor de consumidor, que ronda os 50 euros mensais", explicou. Ou seja, por mês recebe, em média, 275 euros.

Francisco Ferreira disse que no consumo mensal está incluído o gasto na alimentação de um ciclomotor. "Por necessidades profissionais tenho de me deslocar diariamente 25 quilómetros, pelo que utilizo este meio de transporte. Como é eléctrico, à noite ligo a tomada à corrente eléctrica para o carregar". Para se obter o certificado de exploração de microprodutor é necessário instalar colectores solares para a produção de água quente com um mínimo de dois metros quadrados.

APONTAMENTOS
EXCESSO DE PEDIDOS
Centenas de pessoas tentam inscrever-se na microgeração pelo que o site de Renováveis na Hora está entupido, revelou a Associação Portuguesa de Energias Renováveis.

4120 REGISTOS
Nos seis concursos abertos até Outubro foram feitos 4120 registos, equivalentes a uma potência de 14 megawatts.

SÓ 80 CERTIFICADOS
De mais de quatro mil pedidos, só 1516 cumpriram os requisitos legais ou pagaram as taxas previstas e, destes, até agora, só 80 viram as instalações certificadas pelo Sistema de Registo de Microprodução.

MELHOR AMBIENTE
A microgeração, além da vantagem económica para os particulares, diminui a dependência de petróleo e reduz a emissão de gases de efeito de estufa.

BONIFICAÇÃO LIMITADA
O preço bonificado de 65 cêntimos por quilowatt será aplicado nos primeiros cinco anos ou um total de potência instalada de dez megawatts.

Ar condicionado 75% mais barato

09/12/2008

100_0923

Este é o título original do artigo do último número da revista Energias Renovables sobre o sistema de climatização solar AdvanClim. Faça o donwload do artigo completo em formato PDF, e veja de que maneira pode evitar custos de utilização no seu próximo projecto de climatização.

Hemera Energy revelou hoje o seu projecto internacional

17/03/2009

Pressconf_os3copy

... E apresentou o "AdvanClim", um sistema que garante poupanças energéticas até 75%.

A empresa espera alcançar um volume de negócios de 40 milhões de euros até 2013 e criar 280 novos postos de trabalho em toda a Europa do Sul.



Decorreu hoje no Fontana Park Hotel, em Lisboa, a conferência de imprensa que apresentou a Hemera Energy, empresa especializada em soluções de produção descentralizada de energia e na implementação de respostas multitecnológicas de eficiência energética, num evento que contou com a intervenção directa dos responsáveis da marca, tanto de Portugal como de Espanha, para além da representação do grupo Quifel Natural Resources, onde a Hemera Energy se insere.



A introdução ao grupo Quifel Natural Resources e o enquadramento da Hemera Energy esteve a cargo de Rui Laurentino, CEO do grupo cujo investidor de referência é o Eng. Miguel Pais do Amaral. A procura crescente de soluções que potenciem os recursos naturais, a par da inovação e do desenvolvimento permanentes ao nível do sector tecnológico foram, desde início, bases de sustentação para o surgimento da Hemera Energy . E acrescentou ainda, o sector da microgeração, onde a climatização se integra, capacita perspectivas de médio e longo prazo, os mesmos em que as empresas projectam as suas metas de responsabilidade social, bem como a viabilidade económica e onde a necessidade de operacionalidade técnica já se faz sentir .



Seguiu-se a intervenção de Duarte Sousa, Director Geral da Hemera Energy Portugal, numa perspectiva de enfoque sobre a capacidade e missão do novo player do sector das renováveis. De acordo com este responsável, é importante reter que o modelo de negócio Hemera foi sempre equacionado numa óptica internacional, que se inicia em paralelo em Portugal e Espanha, mas com outras geografias em perspectiva. A mudança de paradigma, que hoje se direcciona para a descentralização da produção energética, a par da necessidade de aplicar soluções minimizadoras da factura energética global tornam o projecto Hemera Energy estratégico, na sua abordagem especializada e diferenciada. De acordo com Duarte Sousa, não tenhamos dúvidas - a eficiência energética veio para ficar e a Hemera Energy posiciona-se através de um conceito de one stop shop que permite prover um modelo chave-na-mão: partimos da investigação e desenvolvimento, chegamos a respostas multi-tecnologia inovadoras que combinamos na consultoria de implementação e adaptamos face aos requisitos dos segmentos em que operamos - empresas, promoção imobiliária, sector público e particulares.



A climatização é hoje, segundo Duarte Sousa, a tecnologia que maior peso representa nos custos de energia de um edifício, razão pela qual, desde o início, foi vista como estratégica na investigação e desenvolvimento da Hemera. Podemos afirmar poupanças finais que chegam aos 75% da factura energética, o que representa, em si, justificativo suficiente para uma especialização a este nível – foi assim que chegámos à patente Advanclim, numa participação na empresa espanhola Enercome, no ramo específico da climatização solar.



Coube a Ramir de Porrata Doria, Director Geral Hemera Energy Espanha, a explicação das especificidades da solução AdvanClim, aprofundando os quatro pilares de sustentação da tecnologia: o sistema Advanclim tem por base uma cobertura solar, uma plataforma de piso radiante, que repercute a energia captada a todo o edifício, a ventilação por deslocação, e o sistema de controlo proprietário, a partir do qual o utilizador manipula o ambiente para alcançar níveis de conforto ideais. Entre as principais vantagens deste sistema, Ramir de Porrata Doria destacou a coerência da integração arquitectónica do equipamento, uma vez que ocupa muito pouco espaço e praticamente não se vê do exterior, para além de permitir ao utilizador calor no Inverno, frio no Verão e a temperatura certa nas águas sanitárias durante todo o ano.



A finalizar o evento de apresentação Hemera Energy, Duarte Sousa, referiu ainda que todo o projecto hoje revelado se insere num investimento estimado de 8 milhões de euros (até 2011), que se traduzirá num volume de negócios de 40 milhões de euros (até 2013) e que pretende chegar aos 90 colaboradores directos em Portugal e Espanha, que poderão mesmo chegar aos 280 novos postos de trabalho uma vez internacionalizada para outros países da Europa do Sul.

Hemera na imprensa

24/04/2009

Logo_sol

Veja aqui o artigo sobre a Hemera no semanário Sol

Faça o download dos ficheiros em formato PDF para ver as notícias como saíram na imprensa.

Hemera em Entrevista à TSF

20/04/2009

Logo_tsf_1

Duarte Sousa dá a conhecer melhor a Hemera e os objectivos da empresa a curto e médio prazo. Clique aqui para ouvir a entrevista.

Entrevista Hemera ao Jornal Construir

20/04/2009

Logo_construir_1

Duarte Sousa em entrevista ao Jornal Construir, onde apresenta algumas soluções para um futuro energéticamente mais eficiente, mais amigo do ambiente e mais económico. Em análise esteve também o sistema AdvanClim, patenteado pela Hemera.

Faça o download da notícia completa aqui:

A Hemera está a contratar instaladores

06/08/2009

100_0531

Se é instalador certificado de sistemas solares térmicos ou solares fotovoltaicos, contacte-nos, estamos a expandir a nossa equipa técnica.



Solar Térmico

Procuramos alguém com experiência em obras de construção civil, nomeadamente em obras de canalizações, disponibilidade para deslocações em Portugal; conhecimentos de soldadura e de brasagem; capacidade para gerir equipas de instaladores; valoriza-se a experiência em empreitadas de águas em edifícios.



Solar Fotovoltaico

Procuramos alguém capacitado e com experiência para realizar instalações em baixa tensão, que esteja inscrito na CERTIEL e que tenha conhecimentos da tecnologia.



A Hemera pertence ao Grupo Quifel Energy e nasceu em finais de 2007 num contexto de aumentos consecutivos dos custos das energias tradicionais e todo um problema ambiental causado pela crescente utilização destas energias, na sua maioria, de origem fóssil. Esta realidade está a obrigar todos os sectores e particulares a repensar a sua abordagem energética e a não ficarem indiferentes a este tema das energias renováveis e eficiência energética tão relevante para a sustentabilidade do futuro de todos nós.



Somos uma entidade ibérica, com escritórios em Lisboa, Barcelona e Málaga, especialista no desenvolvimento e implementação de soluções multi-tecnológicas e “chave-na-mão” para a produção descentralizada de energia e eficiência energética.



Acreditamos que com a nossa ajuda muitas empresas e particulares poderão adoptar soluções inovadoras, eficientes do ponto de vista energético, recorrendo a fontes de energia renováveis e amigas do ambiente. Este é o papel que hoje queremos e estamos a desenvolver em benefício das gerações futuras.

Primeira IPSS Produtora Energia

25/02/2010

Padre_pedro

A instalação de 5,96 Kw de painéis fotovoltaicos nas instalações do Centro Social e Paroquial do Ervedal da Beira possibilita rendimento extra para os cofres da Instituição Particular de Solidariedade Social e a ajuda a mais de 120 pessoas

 Na sequência do anúncio de disponibilidade para se tornar o instalador de referência de sistemas solares em IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social), a Hemera Energy, empresa especialista em soluções de produção descentralizada de energia e na implementação de soluções multi-tecnológicas de eficiência energética, levou a sua iniciativa até ao Centro Social e Paroquial do Ervedal da Beira (concelho de Oliveira do Hospital) que, em consequência, já está a produzir e a vender energia eléctrica à rede.



A montagem inclui 5,96 kW de painéis fotovoltaicos que, captando e transformando a energia solar em rendimento adicional para o Centro Social e Paroquial, possibilitam uma ajuda extra na gestão das várias áreas de apoio que esta abarca: um lar, um centro de dia e toda a estrutura de apoio domiciliário na freguesia, num universo que ultrapassa as 120 pessoas.





Duarte Sousa, Director Geral da Hemera Energy conclui que “é preciso explicar às pessoas que o impacto da instalação de sistemas como este vai muito além da ideia de que se é amigo do ambiente ou que se está atento às novas tecnologias neste sector – existem implicações reais muito objectivas na vida das instituições e das populações, como se verifica com o caso do Centro Social e Paroquial do Ervedal da Beira e dos utentes dos serviços que esta provê todos os dias".


Hemera Energy celebra acordo com a Escola Superior de Tecnologia de Setúbal

09/03/2010

Est_setubal

O departamento de engenharia mecânica da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal assinou um protocolo com a Hemera Energy para a análise e certificação do sistema de climatização solar AdvanClim de acordo com o RSECE

O departamento de engenharia mecânica da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal assinou um protocolo com a Hemera Energy para a análise e certificação do sistema de climatização solar AdvanClim de acordo com o RSECE. Este processo é liderado pelo Prof. Dr. Luís Coelho, e compreende a análise do sistema e o benchmark desta tecnologia com as soluções de climatização convencionais.



A eficiência da solução AdvanClim, analisada em software de simulação dinâmica de edifícios, revela-se extremamente elevada quando comparada com as soluções tradicionais de climatização aplicadas a grandes edifícios.



Os níveis de qualidade do ar interior e os níveis de conforto térmico proporcionados posicionam o sistema AdvanClim num novo patamar de soluções de climatização, que primam pela eficiência e pela utilização das energias renováveis de forma economicamente sustentável.

A Hemera instala um sistema AdvanClim para escola em Madrid

21/04/2010

Ambiente_y_clima_fev

A escola infantil de La Rayuela de Rivas em Madrid, actualmente em construção, contará com soluções de poupança energética graças ao sistema AdvanClim.

A escola infantil de La Rayuela de Rivas em Madrid, actualmente em construção, contará com soluções de poupança energética graças ao sistema AdvanClim. Trata-se de um projecto inovador através do qual se conseguem consumos de energia muito baixos, visto que o sistema se baseia no uso de energias renováveis.



Este sistema de climatização, projectado pela Hemera, é composto por 4 elementos principais: a cobertura solar AdvanSol;  o piso radiante; ventilação por deslocamento e o software de controle proprietário.

O sistema AdvanClim reduz cerca de 75% das emissões de CO2 para a atmosfera e anula totalmente a contaminação acústica aérea. Elimina também o risco da bactéria legionella, bem como todos os custos dos processos de limpeza e controle e os dispositivos que permitem a proliferação das colónias bacterianas.

 

Para este projecto foram necessários 30 módulos de cobertura solar AdvanSol, ou seja, um total de 51,75 metros quadrados. A sua função é refrigerar, por meio de evaporação adiabática, a água que chega à bomba de calor água-água da instalação, reduzindo assim o consumo desta. Para o fazer usa a energia solar e eólica que incide sobre ela obtendo mediante a evaporação frio solar. Entre outras vantagens, a cobertura solar destaca-se pela sua poupança energética, o seu consumo energético ser nulo e pela ausência de ruídos e vibrações. O seu custo de manutenção é muito reduzido, pois não incorpora elementos mecânicos móveis.

Novo sistema permite poupar 75% de energia

22/04/2010

Logo_dn2

Climatização de raiz permite poupar gastos no aquecimento de grandes edifícios 

 O aquecimento e arrefecimento de grandes edifícios - como sedes de empresas, centros comerciais, escolas ou centros geriátricos - têm fortes custos de energias. Mas uma empresa portuguesa diz ter solução para o problema: um sistema que funciona à base de energias solar e eólica, sem ruído e que permite poupar 75 por cento de energia. E que evita também a propagação de bactérias pelo ar, que podem pôr a saúde em risco.

O sistema já foi instalado em Portugal num lar no Alentejo com 2500 metros quadrados. Mas os maiores clientes são espanhóis: um centro comercial em Cádiz, uma escola de negócios de Málaga ou até um centro de visitantes de um parque natural que tem o telhado todo coberto com os painéis fototérmicos. Com bons resultados, garante a empresa que detém a patente do equipamen-to.


"O AdvanClim proporciona calor no Inverno, frio no Verão e água quente sanitária todo o ano com um sistema silencioso, em que o ar é renovado, impedindo a infiltração de bactérias", diz ao DN Duarte Sousa, director-geral da Hemera Energy.


A primeira diferença que salta à vista é o facto de este ser um sistema que usa sobretudo água, ao contrário dos tradicionais que combinam ar e água. Painéis fototérmicos - com um metro de altura e 25 quilos de peso por metro quadrado, que podem ser instalados em telhados ou terraços orientados para o sol - estão ligados a um sistema circular de água.


Quando se quiser aquecer o edifício, a água circula pela parte de fora dos painéis: estes estão quentes do sol, o que vai aquecer a água que depois irá ser enviada para as condutas do piso radiante.


Já no Verão, que exige um arrefecimento do ar interior, a água passa a circular pela parte de dentro dos painéis. Lá é pulverizada também com água que, ao condensar, provoca o arrefecimento pela perda de energia.


"A variação da temperatura, tanto para aquecimento, como para arrefecimento, é de entre três a sete graus centígrados", explica o director-geral.


O piso radiante vai permitir que o calor seja distribuído de forma uniforme e sem perdas de energia. "Os centros comerciais, por exemplo, têm tectos muito altos e aquecer desde o chão até cima era um desperdício muito grande de energia. Este sistema climatiza apenas até os dois metros de altura e apenas onde estão as pessoas", diz.


Um arrefecimento mais eficaz é feito à custa da deslocação ventilação: "A introdução do ar fresco é feita de forma suave, e ele vai ocupando o lugar do ar quente. O calor emitido pelas pessoas, computadores, etc., é empurrado para fora do edifício, pois o ar ventilado vai ocupar a parte inferior da sala", explica. Pelo contrário, os sistemas habituais de climatização - como aquecedores ou ar condicionado - precisam de enviar o ar com muita força e com temperaturas de 60 graus centígrados para conseguirem aquecer um espaço a uma temperatura confortável.


Tudo isto pode ser controlado à distância - na divisão onde está instalado o sistema de monitorização pessoal, que permite aquecer umas salas e arrefecer outras.


Em caso de tempo nublado é accionado um sistema de climatização convencional, enquanto a situação durar. O preço deste sistema, que deve ser implementado de raiz num edifício por causa do piso radiante, custa à volta de 200 mil euros o quilómetro quadrado.

Hemera dá formação na Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, em Portimão

14/05/2010

Escola_portimao

A Hemera protagonizou mais uma formação, desta vez na Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, em Portimão. O objectivo é sensibilizar aqueles que serão os adultos de amanhã para hábitos de consumo energético mais amigos do ambiente e práticas ecológicas cada vez mais enraizadas.



Duarte Sousa, Director Geral da Hemera Energy, reflecte positivamente sobre o trabalho já feito pela equipa e assegura continuidade do contacto com os alunos no ano lectivo 2010/2011. “Estimular os nossos jovens para o ambiente e para o tema das energias renováveis é algo que sempre fez parte do plano de responsabilidade social da Hemera, razão pela qual as acções terão continuidade no próximo ano."

A Hemera instala sistema fotovoltaico no edifício Bloom

02/06/2010

Bloom

 A Hemera instala sistema fotovoltaico no primeiro edifício de escritórios em Portugal com certificação energética classe A.



O Bloom é o primeiro edifício de escritórios em Portugal com certificação energética classe A. Situado em Campolide, o complexo realça pelas linhas arquitectónicas arrojadas e que já constituem uma imagem de marca. 



Mas, mais do que beleza, o objectivo é eficiência. A fachada ondulada de lâminas de sombreamento que reduzem a exposição directa à luz solar e, desta forma, optimizando o controlo de temperatura interna do edifício, é um apontamento marcante da solução arquitectónica encontrada. As "ondas" criadas - com um custo que representou cerca de 8% do valor total do edifício -  não deixam indiferente a quem está no exterior ou a quem circula no eixo Norte-Sul. O Bloom será, por isso, um complexo de escritórios de localização fácil.



Promovido pela Campolide XXI, participada do grupo Scoha, e com desenho do gabinete de arquitectura Francisco Simões e da GIP Arquitectos, o Bloom está a ser comercializado para arrendamento pelas consultoras Abacus e Worx. No mercado de escritórios este novo espaço está a ser colocados a 17,5 euros/m2/mês mais dois euros para condomínio. Os parqueamentos variam entre os 120 euros e os 140 euros/mês.

Vocacionado para escritórios que pretendam optimizar o open space e que podem superar os 900 m2 num único piso,o edifício de escritórios Bloom tem como características diferenciadores o piso técnico sobrelevado, as redes eléctrica, a informática e de telecomunicações, que já estão instaladas, o tecto suspenso Chicago Metallic com iluminação encastrada, o modelo de climatização, que funciona com difusão de ar por unidade e indução, as instalações sanitárias e copa individuais e a taxa de eficiência de ocupação que o promotor afirma ser de 95%. 

Para além dos 4.665 m2 de escritórios distribuídos por cinco pisos, existem mais 1.233 m2 que são ocupados por quatro lojas com áreas brutas entre os 188 m2 e os 427 m2, com entradas independentes para o exterior do edifício e montras com grande visibilidade, a sub-loja no piso inferior tem luz natural e possui instalações sanitárias individuais.



Sistema Solar Térmico - Santa Casa Misericórdia de Portimão

24/08/2010

Port_2

A Hemera instalou um sistema solar térmico de circulação forçada na Santa Casa da Misericórdia de Portimão.

 Com o objectivo de reduzir os custos com o aquecimento das águas quentes sanitárias da SCM Portimão, a Hemera instalou um sistema solar térmico de circulação forçada com as seguintes características:


  • 36 Colectores Vulcano FKC-1S

  • 86 m2 área captação

  • 3000 litros de acumulação

  • Coberta plana

  • Inclinação de 35º

  • Energia produzida = 70.710 kWh

  • Fracção Solar = 58.8%

  • Consumos = 6200 litros de AQS a 60ºC por dia, todo o ano, todos os dias


Hemera Energy comercializa o Sunaitec

24/08/2010

F1

Apostada em manter a inovação como vector de actuação no mercado, a Hemera Energy investe agora no Sunaitec, um colector solar térmico de alto rendimento, exemplo do potencial da tecnologia nacional, com vantagens competitivas quer ao nível funcional e de integração.
Em termos funcionais o sistema Sunaitec permite uma redução da área de instalação e temperaturas maiores de funcionamento, que se traduzem num decréscimo do tempo necessário para se obter água quente.
O risco de excesso de temperatura também foi contemplado, através de um software que permite uma orientação solar inteligente para obtenção do máximo rendimento durante todo o ano, e assegura um tempo de vida longo para o sistema.
Em termos de integração a instalação deste sistema do ponto de vista arquitectónico apresenta multifuncionalidades que permitem que a estrutura solar seja montada na obra, por módulos, arquitectonicamente integráveis, tanto na vertical numa fachada ou na horizontal aproveitando coberturas ou estruturas planas, tais como: guarda-corpos de varandas e terraços, coberturas interiores e exteriores e sombreamento de edifícios.

Newsletter Água e Ambiente – Hemera Energy ganha mercado em Portugal

01/10/2010

Advanclim

A partir da Península Ibérica, a Hemera Energy olha para o resto da Europa e ambiciona facturar 40 milhões de euros até 2013.

A produção descentralizada de Energia, a eficiência energética e o Sistema Solar Advanclim, são as áreas de actuação. Sendo o Advanclim um produto de referencia, o objectivo da empresa é potenciar o desenvolvimento tecnológico desta solução, investindo na sua industrialização em larga escala e disseminá-la por diversos mercados europeus.
Até ao momento existem já 30 instalações concluídas em Espanha que integram este sistema inovador. Na carteira de obras, sente-se o peso de um dos nichos que a empresa tem vindo a explorar de forma sistemática: Centros Geriátricos. De salientar que uma das preocupações dominantes neste tipo de projectos é o controlo rigoroso da temperatura ambiente a par da eficiência energética e consequente impacto na factura mensal, conseguindo assim destacar-se ao aliar níveis de conforto muito elevados em termos de climatização a um custo reduzido de exploração. “Quanto mais horas são necessárias de climatização, maior é o peso que os custos de exploração têm na decisão de adoptar um sistema de climatização para um edifício”, explica o director-geral da empresa, Duarte Sousa.

Coudelaria inova com Fotovoltaico

07/10/2010

Al

A Coudelaria Al-Baizir, um negócio familiar localizado em Alvaiázere, tornou-se Microprodutor de energia através de uma parceria com a empresa Hemera energy.
A instalação compreende perto de 80 painéis fotovoltaicos e quatro sistemas solares térmicos. Para além da produção de energia eléctrica para vender à rede, a Coudelaria já está a beneficiar de reduções nos custos com o aquecimento de águas. A redução nas emissões de Co2 equivale a retirar seis viaturas que percorram 15.000 Km por ano.

Foi publicado o Decreto-Lei n.º 118-A/2010

27/10/2010

Foto_tipo_mp

O que é? Este decreto-lei simplifica as regras para a produção de electricidade por particulares, a partir da energia do sol, do vento, da água, etc.

Como a produção é feita através de instalações de pequena potência é chamada “microprodução”.
O decreto-lei altera dois anteriores decretos-leis, o 312/2001 e o 363/2007, e define, entre outros:
• as condições para ser produtor de electricidade
• os direitos e os deveres dos produtores
• as competências da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), entidade que gere esta área
• que empresas podem instalar as unidades de microprodução
• o preço que é pago pela electricidade produzida
• as situações em que é pago um valor mais elevado (regime bonificado).

O que vai mudar?
Aumenta a quantidade de electricidade que pode ser produzida

Passam a poder ser produzidos através de microprodução 25 milhões de watts por ano, em vez dos actuais 14 milhões de watts por ano. Um watt é uma medida de electricidade.

Facilita o acesso à microprodução

Para se tornar produtor de electricidade deve aceder ao Sistema de Registo de Microprodução (SRM) através da internet e inscrever-se. O SRM só deixa de aceitar inscrições quando o número de produtores registados ultrapassa o limite estabelecido. Esse limite depende da quantidade de electricidade que pode ser gerada por microprodução nesse ano.

Na fase seguinte, é-lhe indicada a quantidade de electricidade que pode produzir. Por fim, a sua microprodução é inspeccionada e é-lhe atribuído um certificado de exploração que lhe permite produzir e vender electricidade.

Passa a ser obrigatório o fornecedor comprar a electricidade produzida

O produtor liga a sua unidade de microprodução à Rede Eléctrica de Serviço Público e vende ao seu fornecedor de electricidade toda a electricidade gerada.

O valor pago pela electricidade depende de:
• o produtor estar ou não no regime bonificado
• as fontes de energia usadas pela microprodução (por exemplo, se usar energia solar recebe mais do que se usar energias não renováveis).

Incentiva os serviços de interesse público a produzir electricidade

As escolas, os hospitais, as câmaras municipais e juntas de freguesia, as forças de segurança, os serviços públicos, etc., podem vir a produzir até 5% dos 25 milhões de watts que podem ser gerados por microprodução por ano.

Promove a investigação científica nesta área

Os laboratórios do Estado e outras entidades públicas que desenvolvam projectos científicos relevantes e inovadores podem vir a produzir até 10 milhões de watts por ano em microprodução.

Que vantagens traz?
Com este decreto-lei pretende-se tornar mais fácil, simples e transparente o acesso à microprodução de electricidade por particulares.

Quando entra em vigor?
Este decreto-lei entra em vigor cinco dias após a sua publicação, excepto as regras alteradas ou acrescentadas ao Decreto-Lei 363/2007, que entram em vigor 45 dias após a publicação deste decreto-lei.

Mini Geração - Chegou a vez das empresas!

21/01/2011

1o_noticia


Foi aprovado, no passado dia 9 de Dezembro, pelo Conselho de Ministros o regime jurídico aplicável a unidades de Mini Geração.
A partir de 2011 as empresas poderão rentabilizar activos, que até à data, não tinham qualquer tipo de valor, como o espaço de cobertura dos seus edifícios, por exemplo, através da instalação de soluções fotovoltaicas.

A complementar a possibilidade de recurso às energias renováveis para a venda de energia, surge também a obrigatoriedade de implementação de medidas de eficiência energética.

A energia deixa, portanto, de constituir um factor de custos para se tornar numa oportunidade de rentabilização.

Licenças para microprodução estão já disponíveis desde dia 3 de Janeiro

21/01/2011

2o_noticia

Um dos objectivos no novo Decreto-Lei nº118-A/2010 para a microgeração, foi tornar mais fácil, simples e transparente o acesso à microprodução de electricidade por particulares. Desde o dia 3 de Janeiro que estão disponíveis licenças para microgeração para quem se inscreva nos próximos dias no site “Renováveis na Hora”. Poderá, assim, de uma forma muito fácil e rápida passar de consumidor a produtor de energia eléctrica.

Foi também aumentado o número de licenças a disponibilizar por ano. A partir de 2011 vão passar a ser disponibilizados 25 Megawats ano de licenças para a microprodução, em vez dos actuais 14 Megawats atribuídos em 2010.

Caso ainda não seja Microprodutor, aproveite as vantagens que a Hemera tem para lhe oferecer e comece a produzir e vender energia, beneficiando de rentabilidades sobre o seu investimento que poderão ir de 10% a 14%. (* cálculo com base num kit fotovoltaico de 4,4 kWp a 25 anos)

A Hemera faz o registo e acompanhará todo o processo até se tornar num Microprodutor. Basta enviar a sua factura da EDP e uma autorização para que a HEMERA possa efectuar já o seu registo.
Quem efectuar o registo logo nos primeiros dias de Janeiro poderá receber de imediato a sua licença e instalar o seu sistema de microprodução.

HEMERA foi seleccionada para fazer parte da Galeria de Inovação Genera 2011

11/05/2011

Este ano, o Comité de Selecção Galeria de Inovação Genera 2011 (composto por profissionais de elevado prestígio na indústria) decidiu que o AdvanSol® fará parte desta prestigiada galeria. A Hemera candidatou-se a este concurso com o seu projecto inovador: "MÓDULO HIDROSOLAR AdvanSol®".

Esta galeria faz parte da Feira Internacional de Energia e Meio Ambiente "GENERA 2011", que se realizada entre 11 e 13 de Maio em Madrid. É o principal ponto de encontro de negócios na área das energias renováveis e eficiência energética em Espanha, sendo também uma das principais referências a nível internacional. O seu principal objectivo é mostrar algumas das principais linhas de pesquisa na área das energias renováveis e da eficiência energética.

Os critérios de avaliação que a comissão de selecção segue para escolher os participantes na Galeria são:
• Grau de inovação
• A eficiência energética
• Aplicabilidade da tecnologia
• Factor Estratégico: a capacidade influenciar positivamente o desenvolvimento das energias renováveis e da eficiência energética.

A Hemera orgulha-se que a sua tecnologia AdvanSol® tenha sido seleccionada.

A Cobertura da sua empresa vale Dinheiro !

06/10/2011

Mini_noticias

É oficial, a partir de dia 9 de Maio de 2011, as empresas com contadores em média tensão, podem tornar-se Miniprodutoras de Energia e beneficiar de uma tarifa bonificada na venda de electricidade produzida à rede.

A Hemera já implementou o seu primeiro projecto tipo Mini-Produção em Portugal e sem qualquer investimento por parte do cliente.

Conheça as soluções e modelos de negócio que a Hemera tem para oferecer à sua empresa. Contacte-nos através do 800 208 209 ou vá a http://miniproducao.co/

Seja Microprodutor por apenas 1€

11/05/2011

Microproducao_noticia

A Hemera Energy, em parceria com o Banco Santander Totta, oferece aos seus clientes uma opção de financiamento através da qual é possível, sem qualquer investimento da sua parte, conseguir obter um ganho acumulado de 28.000€ em 25 anos.

Este produto financeiro está disponível para clientes Particulares, Empresas e Entidades Institucionais, tanto para Microgeração como para a tecnologia Solar Térmica.
Este contracto terá um período mínimo de 8 meses e máximo de 120 meses, sendo que no final poderá adquirir o equipamento por apenas (Valor Residual) 1€.

A Hemera tratará do seu processo de financiamento. Contacte-nos já para ter a simulação para o seu caso ou vá a www.hemeraenergysolutions.com

A Cosmosolar com a Hemera nas candidaturas QREN para o solar térmico

11/05/2011

Qren_noticia

As entidades que se candidataram ao programa Energia Competitividade Inovação e Conhecimento, para IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social) e ADUP (Associações Desportivas com Utilidade Pública), tendo em vista o financiamento do projecto para sistemas de utilização racional de energia e de eficiência energétio-ambiental em equipamento s colectivos sociais existentes.

No caso de terem feito a vossa candidatura via YUNIT numa instituição bancária, a sua entidade poderá escolher a marca CosmoSolar junto do banco (marca representada pela Hemera neste programa), ou poderão entrar em contacto directamente com a Hemera para que os possamos ajudar neste processo.

Contacte-nos já através do 800 208 209.

Campanha especial só para clientes com licença de Microprodução

06/10/2011

Campanha_4

Fale connosco e garanta já um payback do seu investimento em 5 anos e uma rentabilidade de 17% ao ano.
Porquê optar pela Hemera Energy?
No mercado desde o início da microgeração em Portugal;
Garantia disponibilidade de equipamento para instalação imediata
Vasta experiência no fornecimento e instalação de mais de 400 sistemas concluídos
Disponibilizamos-lhe uma equipa profissional altamente qualificada para o servir
Trabalhamos com as principais marcas de referência no sector, tanto nacionais como internacionais
Investimos em sistemas próprios em coberturas dos nossos clientes
Proporcionamos-lhe o melhor preço para a sua situação.


Contacte-nos de imediato. Sem custos realizaremos uma visita técnica ao local de instalação e elaboraremos um orçamento específico para a sua situação.
Não tome nenhuma decisão sem nos consultar.

Microprodução - Novas tarifas e novas potências para 2012

16/11/2011

Mp1

Para instalações de microprodução inspeccionadas a partir de Janeiro próximo a tarifa de venda de energia à rede passa a ser de €0,326 kW nos primeiros 8 anos e de €0,185 kW nos 7 anos seguintes.

Com os preços da Hemera, com IVA ainda a 13% (instalado em 2011) e com esta nova tarifa conseguirá em 2012 uma rentabilidade que pode chegar aos 16% e um período de recuperação do capital investido de 6 anos.

A potência a atribuir para 2012 foi definida em 10 MW, contra os 25 MW que estavam definidos para 2011.


Instale já a sua micro e pague IVA a 13%, não espere pelo ano que vem!!!

Fale connosco, instale o seu sistema de microprodução ainda em 2011 e garanta, assim, o IVA ainda a 13%, bem como, a licença de microprodutor para poder começar a vender energia à rede logo no início de 2012. Não perca esta oportunidade!

Soluções financiamento Hemera Microprodução

Se já tem licença ou se pretende instalar o seu sistema ainda em 2011 para garantir licença e começar a vender energia no início de 2012, contacte já a Hemera e tenha a avaliação do seu financiamento em 48H

Com taxas de juro competitivas, proporcionamos aos nossos clientes um financiamento de 100% do valor de compra e com prazos que podem ir dos 48 aos 120 meses.

Contacte-nos já.


Para uma melhor experiência precisa do Flash Player 8 e/ou permitir a execução de javascript.